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A Academia Militar das Agulhas Negras - AMAN divulgou para a imprensa, no dia 14 de janeiro, que os seis militares da Academia enviados para o Haiti (América Central), no último domingo, dia 10, para integrar a tropa da Missão de Paz da Organização das Nações Unidas – ONU, não constam na lista de mortos ou feridos no terremoto que devastou o país caribenho, na terça-feira, dia 12.
Entre os seis militares da AMAN está a capitão Sheila Matias Alexandre, professora de inglês no curso de Letras da Associação Educacional Dom Bosco - AEDB. Desde a ocorrência da catástrofe, que matou cerca de 50 mil pessoas e deixou mais de três milhões feridas ou desabrigadas, a capitão Sheila tem falado por telefone, diariamente, com o marido Manuel Lemos Alexandre, também professor da AEDB.
Segundo ela relatou para o marido, os militares que estavam no alojamento na hora do terremoto nada sofreram, porque ali não há edificações. “Os militares brasileiros estão ajudando no trabalho de resgate das vítimas; Sheila comentou que agora terão que trabalhar dobrado para ajudar na reconstrução de um país que, antes do terremoto, já estava parcialmente destruído pela guerra civil”, diz o prof. Manuel.
O Brasil assumiu, em 2004, o comando militar da Missão de Paz da ONU no Haiti, onde mantém uma tropa de cerca de 1.300 homens. Até agora chega a 14 o número de militares brasileiros mortos por causa do terremoto.
Resende, 15/01/2010
AEDB-RP/Assessoria de imprensa
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